Soneto dedicado a Bocage que hoje faz 241 Anos
… du BOCAGE
Provaste que ninguém ultrapassou
O Everest da tua Poesia.
E ninguém o tentou, quem tal faria ?
Só em ti toda a Arte rebrilhou!
Iniciaste o tempo em que soou
A lyra virtual que com mestria
Dedilhaste em concerto ?, sinfonia ?
E o teu coração mais palpitou!
Digo, torno a dizer, ouçam-me agora;
Inquebrantável grito se escutou,
Côro da vil, agónica, infeliz hora:
É o fim: "já Bocage não sou"…
Depois, Polymnia, luto, ou só, talvez…
Adeus ao Rei do "Sonetismo" Português.
* * *
Provaste que ninguém ultrapassou
O Everest da tua Poesia.
E ninguém o tentou, quem tal faria ?
Só em ti toda a Arte rebrilhou!
Iniciaste o tempo em que soou
A lyra virtual que com mestria
Dedilhaste em concerto ?, sinfonia ?
E o teu coração mais palpitou!
Digo, torno a dizer, ouçam-me agora;
Inquebrantável grito se escutou,
Côro da vil, agónica, infeliz hora:
É o fim: "já Bocage não sou"…
Depois, Polymnia, luto, ou só, talvez…
Adeus ao Rei do "Sonetismo" Português.
* * *
Nota: POLYMNIA - musa da Poesia.
R.C.Nascimento
