O Xadrez e a Música
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sexta-feira, setembro 15, 2006

Soneto dedicado a Bocage que hoje faz 241 Anos

… du BOCAGE

Provaste que ninguém ultrapassou
O Everest da tua Poesia.
E ninguém o tentou, quem tal faria ?
Só em ti toda a Arte rebrilhou!

Iniciaste o tempo em que soou
A lyra virtual que com mestria
Dedilhaste em concerto ?, sinfonia ?
E o teu coração mais palpitou!

Digo, torno a dizer, ouçam-me agora;
Inquebrantável grito se escutou,
Côro da vil, agónica, infeliz hora:

É o fim: "já Bocage não sou"…
Depois, Polymnia, luto, ou só, talvez…
Adeus ao Rei do "Sonetismo" Português.

* * *

Nota: POLYMNIA - musa da Poesia.

R.C.Nascimento